O Início
do Bordado da Ilha Terceira
Desde o povoamento
da Ilha (Séc. XV), que a mulher terceirense começou
a idealizar o bordado aberto e a cheio (os pontos mais utilizados
na altura) no enxoval das donzelas portuguesas. Contudo, já
em meados do Séc. XIX começa em forma industrializada
e regular, a exportação para os E.U.A, Canadá,
Brasil, Inglaterra e Alemanha.
Nesta altura o bordado terceirense torna-se típico também
pelo rechelieu além do ilhó e cheio. Em 1998 foi
atribuído um certificado de qualidade artesanal e de origem
(portaria nº 89/98 de 3 de Dezembro).